
Sem medo abreviam à vida, desembocam infortúnios,
Verdadeiros colapsos... Furtam o direito de sobreviver.
Sem piedade! Emana - lhes o sangue dos feridos,
Numa luta sem sentido.
Comflitos! Poder... Poder de mais!
Matam irmãos do mesmo pai... Vêem a dor dos inocentes,
Aumenta a fome e a miséria de espírito, a imensa decadência.
Religião! Ou pedaço de chão...
Sem piedade exala aos olhos a soberba ignorância destruindo,
Criança que vagueiam e nada sabem, e nem por que.
Poder! Luxuria... Enquanto os sinais correm nas valas das ruínas,
Milenar e violentas, e dizem!Por amor... Vão-se vidas,
E nem sentem que o verdadeiro poder a ele não pertence.
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